Às vezes sinto vergonha de relatar o que está lá escondidinho, uma casca que deve ser mantida é mais importante, todo mundo diz: hei não amolece, se descobrirem irão usar contra você!!
Eu mesma me pego dizendo:
- As relações humanas, são relações de poder, logo se você demosntra alguma fraqueza, será frágil e poderá ser dominado.
Deus como tenho pavor do dominio, não sei se conseguiria viver como sendos refém de algum algoz, seja ele qual for. Fui feita de luz e sombra, de pés livres. Mas, me enxergo como meu próprio algoz, presa em uma rede de posturas necessárias para me manter segura.
Hoje resolvi quebrar os tabus e romper as correntes agir com total incoerência perante meu discurso.
Sei que costumam dizer por aí que pessoas que falam demais são pessimas observadoras, estou aqui para discordar de tal afirmação. É inerente a mim a oralidade, sou uma grande tagarela, que adora dissertar sobre quase todos os assuntos, contudo o fato de quebrar a velocidade da luz enquanto falo, não significa que não sou capaz de olhar cada detalhe ao meu redor, claro que com minha subjetividade, tentando ver tudo com olhares de poemas.
As rotas eram as mesmas uma conhecida de todos os meses que se seguiram nos ultimos meses, outra não visitava a tempos, mas olhar o poema incrustrado nessa rota era outro. Na primeira rota estava preocupada em chegar logo, existe um sabor que queria novamente, um gosto de nutella com pimentas e um algo mais... Já a segunda rota tinha gosto brisa, bem levisinha, os olhares ficaram todos verdes e amaraelos.
Hei as coisas já tinham significado diferente, só estou confessando a mim mesma.
As montanhas que observava não estavam nas janelas, milhas distantes, elas estavam ao alcance dos dedos, como pequenas almofadas que se entrelaçam aos dedos, protegem os finos dedos, na verdade não só as mãos, mas o corpo, se estende aos braços, pernas, ventre, peito...
Senti outros ares as canções soaram diferentes dessa vez, não eram canções de amor, e pouco me importava se não fossem, meus olhos fizeram de tudo poema.
Poema para viver mais, para sorrir mais, para deixar um abraço escapar, para fragilizar.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Aquela musiquinha
Eu sei que faz um certo tempo que não nos falamos, que de
repente nem a tanto a ser compartilhado, mas aqui olhando uma tarde passar,
ouvindo aquela musiquinha melancólica e saudosa que tem uma sanfoninha, um
toque francês senti saudades das reflexões que fazíamos...
Hoje os pensamentos são dedicados a memória, mais
precisamente a interpretação da memória feita por nós através da fotografia, ou
retrato. Ih!!! a música acabou vou ter que encontrar outra canção que tente
tornar meu coração sensível. Tudo bem Tulipa Ruiz dá conta do recado. Mas,
voltando às fotografias e a memória, que bem sabemos é diferente da história,
contudo uma interpretação do que deixamos de ser do que seremos. Eu tenho um
costume tão bobo de tentar reviver os meus sorrisos capturados com luz e sombra
e sabe que às vezes quando me sinto muito solitária, a fumaça do cigarro e
essas interpretações do tempo me fazem reviver um pouco do que foi.
Acho que realmente é esse o poder da fotografia, tentar
captar, buscar dentro dos olhos apertados pelos sorrisos, tudo que estava sendo
vividos.
Porém, revendo a breve interpretação do vivido (cheio de
personagens) notei que a disposição dos objetos, como aquele par de sapatos a
beira da cama, também me traz um sabor, as cores escolhidas naquele dia,
ninguém pinta os lábios e as unhas de vermelho em vão você bem sabe. Eu tinha
pintado os lábios e as unhas como você me ensinou, ele da um outro ar ao mundo
em volta.
Refleti, revivi, os olhares destinados a espaços, animais,
pessoas e acabei por concluir que por mais que eu tente o desejo de reviver é
inútil, ele vem de uma saudades besta do que passou, habito da profissão quem
sabe?
Confesso que meus olhos ficam maravilhados com tudo que foi
vivido, corrido, em como as histórias se cruzam, se separam, se vão.
Queria agradecer mesmo que faça um certo tempo, por podermos
ter dividido tanto, por aquilo que passou e não pelo devir, agradeço as lições
e retratos constantemente revisitados ao som daquela musiquinha..
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O encontro da Mulher Maravilha e do Super Homem na hora do almoço

Bom dia Mulher Maravilha, muito bom dia Super Homem ( mesmo sabendo que você não é um coxinha chato como ele, mas seus atos são desse herói).
Muito bom dia!!! aqui olhando o rastro de luz que penetra pela janela, ao som de uma canção com meldia tristonha, mas que fala sobre esperança, lembrei-me de vocês.
A Mulher Maravilha como estou orgulhosa de você, de como conseguiu se livrar de um visgo que a impedia de ir em frente, esse orgulho, essa prisão de segurança maxima da qual se libertou só trará felicidade essa liberdade.
Não pretendo ser invasiva, mas eu precisava tornar público o que de mais nobre guardamos em nós orgulho alheio, felicidade pelo outro.
Você mulher de superpoderes, deixou as armas de lado e foi viver feliz, tomar nescau, comer pãozinho de manhã, bacon, o mais importante não tornou essa missão solitária.
Fico tão feliz como se tivesse chegado o dia da formatura, como se sorvesse uma belo copo de wisk que tanto aprecio, como se tivesse comendo uma coxinha bem grachenta!!!!
Amada, amável, que belo encontro esse seu com o homem da capa vermelha.
Acho que nunca conheci um super herói que tanto fizesse por alguém.
Desejo a vocês bons dias!!!! Muitos Bons dias!!! ao som de bela música, beijos com sorrisos e muiiiiiiito bacon e molho inglês.
Você mostrou para todos aqueles que protege que a grande arma contra o mal, é viver, simplismente deixar viver.
Congratulo ambos, tão machucados e hoje tão felizes!!!
Muitos almoços, cafás da manhã, filmes, chocolates, vinhos e canções de bom dia!!!
Um imenso beijo de todo coração de quem orgullha-se cada dia mais de sua força e suas batalhas!
Bruce Wayne.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Batman X Buce Wayne

Respeitável público que o espetáculo comece, ou seria a batalha?
Os dias correram, e o vilão mais uma vez atacou, mas Batman vestiu sua máscara, sua capa e o confrontou, mas não da maneira como deveria. Olhou bem no fundo dos olhos do vilão que conhecia, mais ainda não nomeava disse que iria acabar com ele, mas ao final fugiu e se escondeu sob a guarda de de seu fiel amigo Alfred, sentiu-se confortado durante um momento, durante até alguns dias quem sabe?
Mas, como os vilões são ardilosos, sempre estão palenjando o proxímo golpe, mais uma vez Batman teve que confrontar seu arquiinimigo, e dessa vez a batalha seria derradeira, longa e muito complexa. Não existiria derrota se o cavaleiro das trevas não despir seu corpo, seu rosto, sua alma do disfarce.
O homem morcego decidiu faze-lo, e como é ardua a batalha contra esse inimigo. Afinal Bruce não passa ser um humano comum, cheio de fraquezas, falhas, com tantas dores e cicatrizes. Mas a hora havia chegado nada poderia derrotar aquele vilão, nem canhões, nem balas, nem facas, a identidade secreta teria que ser revelada.
E o vilão com sua cara de escarnio, odio, e saudades disse:
Eu esperava por você, sabia quem você era, sei, que não passa de um ser humano que esconde ternura e amor, por baixo da capa negra.
Batman então responde:
Resolvi me expor aqui estou vamos a batalha, mas daqui em diante gostaria que soubesse apartir desse momento as coisas irão mudar. Só você conhece Bruce Wayne!
Agora finalmente a batalha pode ter inicio.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Quero que vá...
Hoje estou absolutamente sem vergonha, vou parafrasear, plagear, não apenas Caetano, como a escritora de pé pra baixo.
Voltando a Caetano, "eu já arranhei minha garganta toda atrás de alguma paz", sinceramente não consegui encontra-la ainda me fazem falta as coisas tão simples que complicaram-se durante o caminho.
Sinto falta de Minas Gerais, mas não aquela estereotipada apresentada pelo quarto poder, quero aquela que me era apresentada com particularidade, carinho: nas padarias, sebos, livrarias, cinemas, becos, bares, noites vistas pela janela do banheiro enquanto se banha na água quente e alguém entra e te enche de beijos. Mesmo que eu viaje para esse lugar, os morros não serão os mesmos, os beijos de freira devorados de maneira avida, desejando, não os doces, mas sim a presença.
No paragrafo acima usei a idéia da escritora do blog citado, já que ela passa pelo mesmo percalço, para usar um eufemismo para dor do buraco que foi cavado, no local onde deveria bombear um coração feliz, tão feliz que fosse cinematografico, como nas comedias com as belas atrizes e com os galãs de sorrisos resplandescentes.
Mas, não é possivel voltar atrás, além de não ser possivel, irá contra todos, mas principalmente contra si mesmo, embora isso possa parecer paradoxal.
Hoje ao ver um retrato, amanhã ao sentir um cheiro, amanhã em uma conversa potencialmente sem intencionalidades.
Agora falo por mim, e não sei se deveria falar por outros, mas sei que existe alguém que conheço e amo e que gostaria muito de seguir em frente, não que não tenhamos seguido em frente, mas lá fundo ainda nos fins de noite na cia da bebedeira, longe dos sorrisos alheios são os olhos deles que estão em nós. Acredito que por mais doloroso, tudo que desejamos é seguir de maneira real em frente. Chega de pregar sorrisos na cara, chega de esconder, porque queremos demosntrar leveza de verdade.
Amor, coisinha complicada, dor mais complicada, eu só desejo sua felicidade, mesmo que com um misto de posse e amor.
Quero que você vá... quero que siga para seu sucesso, para sua paz, para sua felicidade.
Voltando a Caetano, "eu já arranhei minha garganta toda atrás de alguma paz", sinceramente não consegui encontra-la ainda me fazem falta as coisas tão simples que complicaram-se durante o caminho.
Sinto falta de Minas Gerais, mas não aquela estereotipada apresentada pelo quarto poder, quero aquela que me era apresentada com particularidade, carinho: nas padarias, sebos, livrarias, cinemas, becos, bares, noites vistas pela janela do banheiro enquanto se banha na água quente e alguém entra e te enche de beijos. Mesmo que eu viaje para esse lugar, os morros não serão os mesmos, os beijos de freira devorados de maneira avida, desejando, não os doces, mas sim a presença.
No paragrafo acima usei a idéia da escritora do blog citado, já que ela passa pelo mesmo percalço, para usar um eufemismo para dor do buraco que foi cavado, no local onde deveria bombear um coração feliz, tão feliz que fosse cinematografico, como nas comedias com as belas atrizes e com os galãs de sorrisos resplandescentes.
Mas, não é possivel voltar atrás, além de não ser possivel, irá contra todos, mas principalmente contra si mesmo, embora isso possa parecer paradoxal.
Hoje ao ver um retrato, amanhã ao sentir um cheiro, amanhã em uma conversa potencialmente sem intencionalidades.
Agora falo por mim, e não sei se deveria falar por outros, mas sei que existe alguém que conheço e amo e que gostaria muito de seguir em frente, não que não tenhamos seguido em frente, mas lá fundo ainda nos fins de noite na cia da bebedeira, longe dos sorrisos alheios são os olhos deles que estão em nós. Acredito que por mais doloroso, tudo que desejamos é seguir de maneira real em frente. Chega de pregar sorrisos na cara, chega de esconder, porque queremos demosntrar leveza de verdade.
Amor, coisinha complicada, dor mais complicada, eu só desejo sua felicidade, mesmo que com um misto de posse e amor.
Quero que você vá... quero que siga para seu sucesso, para sua paz, para sua felicidade.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Desabafo sem titulo
Hoje eu não sei o que escrever nesse blog, apenas sei preciso dizer. Mas dizer o que que os dias tem sido doloridos, e que aqueles em que passo anestesiada, são os melhores, são os de fuga.
Fugir de que? de quem?
Apenas correr em um direção desconhecida, sem dizer a ninguém sem, levar mochilas, lembranças, levar apenas um adeus.
Porém, como um ser contraditório, essa é minha natureza existem dias que quero tudo que eu achava que era meu de volta, apenas não queria a dor, que me atina, alucina, que faz com que as lágrimas escorram com fartura pelo meu rosto.
Se me perguntarem a quem dedico essas palavras, vou apenas responder apenas a tudo que me tornou triste, covarde, chorosa, iludida.
A quem derá eu não tivesse me desarmado, quem derá tivesse pemanecido atrás de minhas muralhas, será que essa dor seria minha?
Mas eu abri a guarda deixei os exercítos entrarem, por, alguns breves momentos fui tão feliz que mal podia acreditar, que tanta felicidade era merecimento.
E agora, sem concentração, sem abraço sem acalanto reconstruo a muralha novamente, pedindo a Deus ou Oxalá que não permita que os portões se abram.
Coloco uma pergunta seria essa a solução fechar as portas e ir embora ou dar chance ao novo, ou dar chance a reconstrução daquilo que parece perdido.
Será a solidão o caminho? Eu não sei, sei quero sorrir de verdade novamente, não apenas sorrir para não receber compaixão.
É constrangedor expor tudo aquilo que sente, mas solitário calar-se.
Fugir de que? de quem?
Apenas correr em um direção desconhecida, sem dizer a ninguém sem, levar mochilas, lembranças, levar apenas um adeus.
Porém, como um ser contraditório, essa é minha natureza existem dias que quero tudo que eu achava que era meu de volta, apenas não queria a dor, que me atina, alucina, que faz com que as lágrimas escorram com fartura pelo meu rosto.
Se me perguntarem a quem dedico essas palavras, vou apenas responder apenas a tudo que me tornou triste, covarde, chorosa, iludida.
A quem derá eu não tivesse me desarmado, quem derá tivesse pemanecido atrás de minhas muralhas, será que essa dor seria minha?
Mas eu abri a guarda deixei os exercítos entrarem, por, alguns breves momentos fui tão feliz que mal podia acreditar, que tanta felicidade era merecimento.
E agora, sem concentração, sem abraço sem acalanto reconstruo a muralha novamente, pedindo a Deus ou Oxalá que não permita que os portões se abram.
Coloco uma pergunta seria essa a solução fechar as portas e ir embora ou dar chance ao novo, ou dar chance a reconstrução daquilo que parece perdido.
Será a solidão o caminho? Eu não sei, sei quero sorrir de verdade novamente, não apenas sorrir para não receber compaixão.
É constrangedor expor tudo aquilo que sente, mas solitário calar-se.
sábado, 4 de junho de 2011
Conselho de Mãe
O começo do fim, ou o fim do começo?
Um processo chegou ao fim, e você como age? chora, ri, foge, enfrenta?
eu ainda não sei qual alternativa me é plausivel.
Sei que planos são idealizados, destinos são traçados, mas que tudo pode desmoronar, assim em um passe de mágica, tudo pode ir embora.
O conselho é sguir em frente, focar nos objetivos, deixar a dor pra trás, são esses os conselhops das mães.
ou dizem você tem tanto a fazer, não desista, produza, faça o que você foi feita para fazer.
É uma tentaiva admiravel, é uma tentaiva necessária para não se perder.
Alguns dizem até para você procurar religiões, amores... acredito que deve ser buscar a si mesmo, afinal apenas você tem essa resposta, se o coração é apenas um orgão que bombeia sangue....
Acreditar que tudo vais passar, voc~e irá ouvir músicas tristes, provavelmente beber, mudar a disposição dos moveis em sua casa... mas vai cabar por mudar você mesmo, por que sem essa mudança a dor aind vai ficar latente.
Mas coragem, tudo tem um final.
Um processo chegou ao fim, e você como age? chora, ri, foge, enfrenta?
eu ainda não sei qual alternativa me é plausivel.
Sei que planos são idealizados, destinos são traçados, mas que tudo pode desmoronar, assim em um passe de mágica, tudo pode ir embora.
O conselho é sguir em frente, focar nos objetivos, deixar a dor pra trás, são esses os conselhops das mães.
ou dizem você tem tanto a fazer, não desista, produza, faça o que você foi feita para fazer.
É uma tentaiva admiravel, é uma tentaiva necessária para não se perder.
Alguns dizem até para você procurar religiões, amores... acredito que deve ser buscar a si mesmo, afinal apenas você tem essa resposta, se o coração é apenas um orgão que bombeia sangue....
Acreditar que tudo vais passar, voc~e irá ouvir músicas tristes, provavelmente beber, mudar a disposição dos moveis em sua casa... mas vai cabar por mudar você mesmo, por que sem essa mudança a dor aind vai ficar latente.
Mas coragem, tudo tem um final.
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