Atire a primeira pedra quem nunca contrariou o coração, eu os desafio!!!
Estava lendo Paulo Freire e dividindo meus pensamentos entre a educasção repressora e você, mesmo que você não tenha um terço da eloquencia freiriana, nem discuta coisas que fariam diferença no meu futuro, você foi o vencedor, mesmo que você tenha posições mercantis sobre a educação, mesmo que você não seja utopico, mesmo que desvie o olhar ao me admirar passeando pelo quarto nua.
Então eu estava ali, empolgada para dizer que as fotos tinham ficado belas, sorridentes e que eu queria mostrar para todo mundo que eu queria você pra mim. A negativa me deixou chateada e em minha defesa fiz uma piada de mal gosto, piada que emendei com milhões de ofensas, bem estruturadas, com meu melhor português, meus conhecimentos históricos ciêntificos e sociologicos, só para dizer que não me importava, e que aqui não existia uma mulher cosntruída com contos de fadas, aqui residia sim uma mulher de fibra, racional, moderna, que não acredita no amor como posse, uma mulher que nem sequer cre no amor. Mas, sim na ciência, na politica em um mundo melhor, aqui reside uma revolucionária que ignora dramas burgueses.
Passei dos limites aceitaveis, joguei pedras e paus para defender o que de mais bonito eu guardo no porão da minha alma, meu coração, já ferido desconfiado, mas que estava com gostinhos de gostar novamente.
Eu poderia apenas sorrir e fingir, ou me jogar e dizer:
- Ei vamos parando aiii, esse abraço agora se encaixa com o meu e ficaria triste se não fosse minha pecinha de lego......
Mas eu joguei a fruta podre, e fui grosseira, cinco segundos depois arrependida pedi desculpas, ao final com os olhos de choro balbuciei sozinha, eu me importo fica comigo, pra assistir pica-pau, pegar meu copo, me levar par almoçar, para me mandar sentar direito, para discordar de mim, para me abraçar e fazer aquela piada sarcastica, fica, só para eu poder andar nas pontas dos pés tentando fazer charme, fica porque eu simplismente quero que você fique me mandando comer, me falando sobre as maravilhas do sono, pra me olhar no banho, só fica, porque por fim eu admito eu admito eu gosto de você.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Superlativos
Muito sonolenta, cambaleando horrores, bocejando em demasia, com aquela preguiça sofrível, muitos superlativos naquela manhã, que teve início com a voz de nada mais nada menos do que do adoravel banco que me leva cifras e mais cifras todo mês. Esse parecia um dia de gato de desenho, pancada em cima de pancada.
Resolvida a ter um transcorrer de tempo de silêncio e calmaria, julguei que a filosofia de mão no teto e chão no pé me livraria daquela sensação de efeito de sedativos, momentaneamente me animei, vi os olhos brilhantes de Anita no quintal, as gordurinhas do pescoço do Leon ali sorrindo pra mim. Arrastei meu traseiro de uma cama para outra e passei para a fase musical determinante do dia, a saudosista, adolescente... um cigarro em cima do outro, estômago zerado.
Água caindo morninha, Alcione e seu sufuco ao fundo. Mais algumas tragadas sentada no sol, "Da Janela" a retumbar... passou a vida prática deveria se iniciar, quem tem tempo de se lamentar pelo que nem sabe?
Uma rua, outra rua, muito mal humor, a esplendida cama novamente, como ela é aconchegante, o pacote de balas mágicas da Dona Tereza ao lado, pintar as unhas dos pés de vermelho, para dar vigor, as mãos mereciam atenção.
Ufa, acabou o dia se foi, sexta-feira tem massagem, cerveja, som alto, brincadeira de cozinha, Stella, tem aquela cama novamente. Antes tem aula, poema do Castro Alves com Jorge Ben, discussão de futebol.
E no fim do dia tentando juntar palvras eu descobri o que me levou a tantos superlativos ruins, a ansiedade, da espera, do beijo, do abraço, da cama ocupada, da companhia para cerveja, das pernas entrelaçadas, dos silêncios desconfortaveis e confortaveis.
Resolvida a ter um transcorrer de tempo de silêncio e calmaria, julguei que a filosofia de mão no teto e chão no pé me livraria daquela sensação de efeito de sedativos, momentaneamente me animei, vi os olhos brilhantes de Anita no quintal, as gordurinhas do pescoço do Leon ali sorrindo pra mim. Arrastei meu traseiro de uma cama para outra e passei para a fase musical determinante do dia, a saudosista, adolescente... um cigarro em cima do outro, estômago zerado.
Água caindo morninha, Alcione e seu sufuco ao fundo. Mais algumas tragadas sentada no sol, "Da Janela" a retumbar... passou a vida prática deveria se iniciar, quem tem tempo de se lamentar pelo que nem sabe?
Uma rua, outra rua, muito mal humor, a esplendida cama novamente, como ela é aconchegante, o pacote de balas mágicas da Dona Tereza ao lado, pintar as unhas dos pés de vermelho, para dar vigor, as mãos mereciam atenção.
Ufa, acabou o dia se foi, sexta-feira tem massagem, cerveja, som alto, brincadeira de cozinha, Stella, tem aquela cama novamente. Antes tem aula, poema do Castro Alves com Jorge Ben, discussão de futebol.
E no fim do dia tentando juntar palvras eu descobri o que me levou a tantos superlativos ruins, a ansiedade, da espera, do beijo, do abraço, da cama ocupada, da companhia para cerveja, das pernas entrelaçadas, dos silêncios desconfortaveis e confortaveis.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Quadrinhos, Neruda, Museus e Roças
Em um domingão bem cheio de tédio, já com as orelhas cheias de macarrão, pensando sobre a ausência e a monotonia, me vislumbrei morando em uma casinha no interior, em trabalho moderadamente satisfatório. Quem sabe poderia ter um marido diferente de mim, que pegasse me meus cabelos de vez em quando e me parabenizasse pelas plantas do jardim bem cuidadas. Um grupo de amigas para falar sobre o crescimento dos filhos. Me senti confortável, pensei que essa seria e é para muita gente uma boa escolha, (não pretendo menosprezar a vida de ninguém, cada um é feliz a sua maneira).
Uns dias depois fui inquerida sobre o tal assunto, automaticamente respondi:
- Minha educação teve outro foco, meu objetivo é um Doutorado!
A conversa parecia encerrada, mas a minha mente inquieta e chata deu continuidade a conversa, mais precisamente ao monólogo. Não queria só o título, minha existencia precisava de tanta coisa.
Então enumerei alguns objetivos, iniciei um diário e voltei a escrever cartas, durante algum tempo isso me bastou.
Durante as navegações mundo a fora, conversas de Brahma... tornei ao assunto comigo mesma e conclui. Não poderia viver só com aquele filtro de barro, as plantas no quintal. E meus livros de poesia, meus postais, minhas viagens e os discos e quadrinhos com um bruta cheiro de mofo e as pessoas de outros mundos?
Tem gente que vai dizer você veio no mundo a passeio?
Pois respondo sem medo de errar e vim ao mundo porque sou uma grande xereta, curiosa, intrometida, ciganinha... que gosta de ir de um lugar ao outro fisica ou mentalmente.
Outro dia numa proza muito rápida com minha amiga das unhas dos pés coloridas, disse poxa vida tenho uma queda pela novidade, pelo diferente e acho que você também, deveriamos aprender muitas coisas.... Ela me incentivou a ir.... buscar o que eu quizer
Decidi que vou aprender muitos idiomas (para dar bom dia, ou dizer que gosto, ou para ler obras originais), vou fazer um curso de fotografia, pois captar tudo aquilo é demais e tenho muitas cenas na minha cabeça, vou fazer um curso de culinária para entreter as bocas de quem tenho apreço, vou visitar muitos museus, roças, cachoeiras, países exoticos, praias. Vou aprender a dançar tango, vou estudar a história da música, antropologia, sociologia, vou fazer o doutorado sim!!! vou fazer tudo ao mesmo tempo, vou xeretar por aí, e ainda vou ter uma casa com filtro de barro, plantas, quadrinhos, Neruda, Saramago, Chico, Janis Joplin, Nação, fotografias do Sebastião Salagado, animais, e muita, mais muita história para contar e se ele quizer vir junto, será bem vindo, os lençois e a cama já tem o formato dele, cozinhar e dizer em várias outras línguas o quanto ele me diverte e é quentinho... ele pode vir quando quizer no meu infinito não tão particular ele é aceito no meu ócio, na minha cama de cobertores laranjas...
Eu vou agarrar tudo isso, mas se quizer minha mão está estendida para ele vir junto e me dar um pouco de chão nas nuvens em que vivo...
Uns dias depois fui inquerida sobre o tal assunto, automaticamente respondi:
- Minha educação teve outro foco, meu objetivo é um Doutorado!
A conversa parecia encerrada, mas a minha mente inquieta e chata deu continuidade a conversa, mais precisamente ao monólogo. Não queria só o título, minha existencia precisava de tanta coisa.
Então enumerei alguns objetivos, iniciei um diário e voltei a escrever cartas, durante algum tempo isso me bastou.
Durante as navegações mundo a fora, conversas de Brahma... tornei ao assunto comigo mesma e conclui. Não poderia viver só com aquele filtro de barro, as plantas no quintal. E meus livros de poesia, meus postais, minhas viagens e os discos e quadrinhos com um bruta cheiro de mofo e as pessoas de outros mundos?
Tem gente que vai dizer você veio no mundo a passeio?
Pois respondo sem medo de errar e vim ao mundo porque sou uma grande xereta, curiosa, intrometida, ciganinha... que gosta de ir de um lugar ao outro fisica ou mentalmente.
Outro dia numa proza muito rápida com minha amiga das unhas dos pés coloridas, disse poxa vida tenho uma queda pela novidade, pelo diferente e acho que você também, deveriamos aprender muitas coisas.... Ela me incentivou a ir.... buscar o que eu quizer
Decidi que vou aprender muitos idiomas (para dar bom dia, ou dizer que gosto, ou para ler obras originais), vou fazer um curso de fotografia, pois captar tudo aquilo é demais e tenho muitas cenas na minha cabeça, vou fazer um curso de culinária para entreter as bocas de quem tenho apreço, vou visitar muitos museus, roças, cachoeiras, países exoticos, praias. Vou aprender a dançar tango, vou estudar a história da música, antropologia, sociologia, vou fazer o doutorado sim!!! vou fazer tudo ao mesmo tempo, vou xeretar por aí, e ainda vou ter uma casa com filtro de barro, plantas, quadrinhos, Neruda, Saramago, Chico, Janis Joplin, Nação, fotografias do Sebastião Salagado, animais, e muita, mais muita história para contar e se ele quizer vir junto, será bem vindo, os lençois e a cama já tem o formato dele, cozinhar e dizer em várias outras línguas o quanto ele me diverte e é quentinho... ele pode vir quando quizer no meu infinito não tão particular ele é aceito no meu ócio, na minha cama de cobertores laranjas...
Eu vou agarrar tudo isso, mas se quizer minha mão está estendida para ele vir junto e me dar um pouco de chão nas nuvens em que vivo...
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Carta recebida
Às vezes sinto vergonha de relatar o que está lá escondidinho, uma casca que deve ser mantida é mais importante, todo mundo diz: hei não amolece, se descobrirem irão usar contra você!!
Eu mesma me pego dizendo:
- As relações humanas, são relações de poder, logo se você demosntra alguma fraqueza, será frágil e poderá ser dominado.
Deus como tenho pavor do dominio, não sei se conseguiria viver como sendos refém de algum algoz, seja ele qual for. Fui feita de luz e sombra, de pés livres. Mas, me enxergo como meu próprio algoz, presa em uma rede de posturas necessárias para me manter segura.
Hoje resolvi quebrar os tabus e romper as correntes agir com total incoerência perante meu discurso.
Sei que costumam dizer por aí que pessoas que falam demais são pessimas observadoras, estou aqui para discordar de tal afirmação. É inerente a mim a oralidade, sou uma grande tagarela, que adora dissertar sobre quase todos os assuntos, contudo o fato de quebrar a velocidade da luz enquanto falo, não significa que não sou capaz de olhar cada detalhe ao meu redor, claro que com minha subjetividade, tentando ver tudo com olhares de poemas.
As rotas eram as mesmas uma conhecida de todos os meses que se seguiram nos ultimos meses, outra não visitava a tempos, mas olhar o poema incrustrado nessa rota era outro. Na primeira rota estava preocupada em chegar logo, existe um sabor que queria novamente, um gosto de nutella com pimentas e um algo mais... Já a segunda rota tinha gosto brisa, bem levisinha, os olhares ficaram todos verdes e amaraelos.
Hei as coisas já tinham significado diferente, só estou confessando a mim mesma.
As montanhas que observava não estavam nas janelas, milhas distantes, elas estavam ao alcance dos dedos, como pequenas almofadas que se entrelaçam aos dedos, protegem os finos dedos, na verdade não só as mãos, mas o corpo, se estende aos braços, pernas, ventre, peito...
Senti outros ares as canções soaram diferentes dessa vez, não eram canções de amor, e pouco me importava se não fossem, meus olhos fizeram de tudo poema.
Poema para viver mais, para sorrir mais, para deixar um abraço escapar, para fragilizar.
Eu mesma me pego dizendo:
- As relações humanas, são relações de poder, logo se você demosntra alguma fraqueza, será frágil e poderá ser dominado.
Deus como tenho pavor do dominio, não sei se conseguiria viver como sendos refém de algum algoz, seja ele qual for. Fui feita de luz e sombra, de pés livres. Mas, me enxergo como meu próprio algoz, presa em uma rede de posturas necessárias para me manter segura.
Hoje resolvi quebrar os tabus e romper as correntes agir com total incoerência perante meu discurso.
Sei que costumam dizer por aí que pessoas que falam demais são pessimas observadoras, estou aqui para discordar de tal afirmação. É inerente a mim a oralidade, sou uma grande tagarela, que adora dissertar sobre quase todos os assuntos, contudo o fato de quebrar a velocidade da luz enquanto falo, não significa que não sou capaz de olhar cada detalhe ao meu redor, claro que com minha subjetividade, tentando ver tudo com olhares de poemas.
As rotas eram as mesmas uma conhecida de todos os meses que se seguiram nos ultimos meses, outra não visitava a tempos, mas olhar o poema incrustrado nessa rota era outro. Na primeira rota estava preocupada em chegar logo, existe um sabor que queria novamente, um gosto de nutella com pimentas e um algo mais... Já a segunda rota tinha gosto brisa, bem levisinha, os olhares ficaram todos verdes e amaraelos.
Hei as coisas já tinham significado diferente, só estou confessando a mim mesma.
As montanhas que observava não estavam nas janelas, milhas distantes, elas estavam ao alcance dos dedos, como pequenas almofadas que se entrelaçam aos dedos, protegem os finos dedos, na verdade não só as mãos, mas o corpo, se estende aos braços, pernas, ventre, peito...
Senti outros ares as canções soaram diferentes dessa vez, não eram canções de amor, e pouco me importava se não fossem, meus olhos fizeram de tudo poema.
Poema para viver mais, para sorrir mais, para deixar um abraço escapar, para fragilizar.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Aquela musiquinha
Eu sei que faz um certo tempo que não nos falamos, que de
repente nem a tanto a ser compartilhado, mas aqui olhando uma tarde passar,
ouvindo aquela musiquinha melancólica e saudosa que tem uma sanfoninha, um
toque francês senti saudades das reflexões que fazíamos...
Hoje os pensamentos são dedicados a memória, mais
precisamente a interpretação da memória feita por nós através da fotografia, ou
retrato. Ih!!! a música acabou vou ter que encontrar outra canção que tente
tornar meu coração sensível. Tudo bem Tulipa Ruiz dá conta do recado. Mas,
voltando às fotografias e a memória, que bem sabemos é diferente da história,
contudo uma interpretação do que deixamos de ser do que seremos. Eu tenho um
costume tão bobo de tentar reviver os meus sorrisos capturados com luz e sombra
e sabe que às vezes quando me sinto muito solitária, a fumaça do cigarro e
essas interpretações do tempo me fazem reviver um pouco do que foi.
Acho que realmente é esse o poder da fotografia, tentar
captar, buscar dentro dos olhos apertados pelos sorrisos, tudo que estava sendo
vividos.
Porém, revendo a breve interpretação do vivido (cheio de
personagens) notei que a disposição dos objetos, como aquele par de sapatos a
beira da cama, também me traz um sabor, as cores escolhidas naquele dia,
ninguém pinta os lábios e as unhas de vermelho em vão você bem sabe. Eu tinha
pintado os lábios e as unhas como você me ensinou, ele da um outro ar ao mundo
em volta.
Refleti, revivi, os olhares destinados a espaços, animais,
pessoas e acabei por concluir que por mais que eu tente o desejo de reviver é
inútil, ele vem de uma saudades besta do que passou, habito da profissão quem
sabe?
Confesso que meus olhos ficam maravilhados com tudo que foi
vivido, corrido, em como as histórias se cruzam, se separam, se vão.
Queria agradecer mesmo que faça um certo tempo, por podermos
ter dividido tanto, por aquilo que passou e não pelo devir, agradeço as lições
e retratos constantemente revisitados ao som daquela musiquinha..
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O encontro da Mulher Maravilha e do Super Homem na hora do almoço

Bom dia Mulher Maravilha, muito bom dia Super Homem ( mesmo sabendo que você não é um coxinha chato como ele, mas seus atos são desse herói).
Muito bom dia!!! aqui olhando o rastro de luz que penetra pela janela, ao som de uma canção com meldia tristonha, mas que fala sobre esperança, lembrei-me de vocês.
A Mulher Maravilha como estou orgulhosa de você, de como conseguiu se livrar de um visgo que a impedia de ir em frente, esse orgulho, essa prisão de segurança maxima da qual se libertou só trará felicidade essa liberdade.
Não pretendo ser invasiva, mas eu precisava tornar público o que de mais nobre guardamos em nós orgulho alheio, felicidade pelo outro.
Você mulher de superpoderes, deixou as armas de lado e foi viver feliz, tomar nescau, comer pãozinho de manhã, bacon, o mais importante não tornou essa missão solitária.
Fico tão feliz como se tivesse chegado o dia da formatura, como se sorvesse uma belo copo de wisk que tanto aprecio, como se tivesse comendo uma coxinha bem grachenta!!!!
Amada, amável, que belo encontro esse seu com o homem da capa vermelha.
Acho que nunca conheci um super herói que tanto fizesse por alguém.
Desejo a vocês bons dias!!!! Muitos Bons dias!!! ao som de bela música, beijos com sorrisos e muiiiiiiito bacon e molho inglês.
Você mostrou para todos aqueles que protege que a grande arma contra o mal, é viver, simplismente deixar viver.
Congratulo ambos, tão machucados e hoje tão felizes!!!
Muitos almoços, cafás da manhã, filmes, chocolates, vinhos e canções de bom dia!!!
Um imenso beijo de todo coração de quem orgullha-se cada dia mais de sua força e suas batalhas!
Bruce Wayne.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Batman X Buce Wayne

Respeitável público que o espetáculo comece, ou seria a batalha?
Os dias correram, e o vilão mais uma vez atacou, mas Batman vestiu sua máscara, sua capa e o confrontou, mas não da maneira como deveria. Olhou bem no fundo dos olhos do vilão que conhecia, mais ainda não nomeava disse que iria acabar com ele, mas ao final fugiu e se escondeu sob a guarda de de seu fiel amigo Alfred, sentiu-se confortado durante um momento, durante até alguns dias quem sabe?
Mas, como os vilões são ardilosos, sempre estão palenjando o proxímo golpe, mais uma vez Batman teve que confrontar seu arquiinimigo, e dessa vez a batalha seria derradeira, longa e muito complexa. Não existiria derrota se o cavaleiro das trevas não despir seu corpo, seu rosto, sua alma do disfarce.
O homem morcego decidiu faze-lo, e como é ardua a batalha contra esse inimigo. Afinal Bruce não passa ser um humano comum, cheio de fraquezas, falhas, com tantas dores e cicatrizes. Mas a hora havia chegado nada poderia derrotar aquele vilão, nem canhões, nem balas, nem facas, a identidade secreta teria que ser revelada.
E o vilão com sua cara de escarnio, odio, e saudades disse:
Eu esperava por você, sabia quem você era, sei, que não passa de um ser humano que esconde ternura e amor, por baixo da capa negra.
Batman então responde:
Resolvi me expor aqui estou vamos a batalha, mas daqui em diante gostaria que soubesse apartir desse momento as coisas irão mudar. Só você conhece Bruce Wayne!
Agora finalmente a batalha pode ter inicio.
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