sábado, 4 de junho de 2011

Conselho de Mãe

O começo do fim, ou o fim do começo?
Um processo chegou ao fim, e você como age? chora, ri, foge, enfrenta?
eu ainda não sei qual alternativa me é plausivel.
Sei que planos são idealizados, destinos são traçados, mas que tudo pode desmoronar, assim em um passe de mágica, tudo pode ir embora.
O conselho é sguir em frente, focar nos objetivos, deixar a dor pra trás, são esses os conselhops das mães.
ou dizem você tem tanto a fazer, não desista, produza, faça o que você foi feita para fazer.
É uma tentaiva admiravel, é uma tentaiva necessária para não se perder.
Alguns dizem até para você procurar religiões, amores... acredito que deve ser buscar a si mesmo, afinal apenas você tem essa resposta, se o coração é apenas um orgão que bombeia sangue....
Acreditar que tudo vais passar, voc~e irá ouvir músicas tristes, provavelmente beber, mudar a disposição dos moveis em sua casa... mas vai cabar por mudar você mesmo, por que sem essa mudança a dor aind vai ficar latente.
Mas coragem, tudo tem um final.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Garota eu vou pra Califórnia?


Deus a quanto tempo não posto nada nesse espaço virtual, acredito que nem me lembre mais como é interagir aqui... Geralmente quando faço visitas pouco corriqueiras, faço referências a livros, canções, filmes que tenham me tocado e que gostaria de dividir com àqueles que leêm essa pequena junção de fraes soltas na internet.
Hoje a missão é mais dolorosa, ou quem sabe mais árdua, porque ela não irá dissertar, sobre as maravilhosas obras de arte com as quais tenho contato cotidiano, nesse momento a problematização é sobre algo intimo, que de outra forma não consigo exprimir.
Realmente tentei dizer, clamar muitas vezes entre, chás, chimarrão e muitas cervejas o que martela na minha mente já comumente hiperativa, agora ela supera todos os superlativos que possam significar agitação de pensamnetos.
Existe algo, crescendo dentro de mim, com a velocidade da luz, isso é a busca da paz, corriqueira, que o faz ver um filme, comer, um doce ou rir apenas... queria poder deitar em uma relva, observar tudo que se passa ao redor sem, questionar as amarras do que me prendem.
A minha prisão é unica, e de segurança maxima, essa que me mantém cativa, é a minha prórpria cabeça, que questiona, questiona e não consegue concluir...
O que fazer? para onde ir? porque ir?
Questões filosóficas que tem ranço de buteco, mas elas me movem todos os dias, sultimanente.
Será esse o desespero do fim? o fim não é um novo começo...
As etapas estão chegando ao fim e meu unico desejo é permanecer no processo, já que pela primeira vez sinto-me indecisa, sobre aquilo que não quero...
O fato é que esse caminho deve ser atrevessado, sem olhar pra trás, pois embora faça uso do passado, ele já se foi, mas o que está por vir me traz receio.
Existe uma amiga uma alma gêmea na verdade que por mera coincidencia do destino não carrega meu sangue, mas que se aproxíma do meu espirito a quem sempre aconselho, não sofra por antecipação, pois faço das palavras direcionadas a ela as direcionadas a mim.
Mas afinal tudo de que necessito está posto, cabe a mim, a decisão de me colocar perante e dentro da vida e vive-la, mas seria tão fácil sem esse fim, se esse processo não fosse um percalço, mas im um recomeço...
Afinal para onde vou? Qual o caminho correto a seguir?
Apenas sei que vou seguirei essses trilhos, vou tentar viver mais... sem dependencias, mas nunca sem rumo e sem sentimento.

domingo, 20 de junho de 2010

Do Samba Rock ao Samba Baiano


Venho aqui denunciar meu amor pela música, faz algum tempo percebi que essa relação já trascendeu da paixão para o eterno amor. É um sentimento único aquele de ouvir uma canção que a tempos se busca, de presenciar o som dos instrumentos e da voz tomarem conta de todos os seus sentidos, portanto concluo isso é amor.
Graças a essa presença constante que ela, a música tem em minha vida, consumo de maneira voraz produções artisticas, e as duas ultimas aquisições foram de um prazer inenarravel.
Jorge Ben Jor e a banda do Zé Pretinho me levaram direto para o Rio de Janeiro, quando ouvi Curumim chama cunhantã, me senti em uma praia carioca ouvindo seu balanço. Contudo, essa não foi a produção que mais me emocionou, longe de mim querer desmerecer um dos reis do samba rock, mas o brilho alcançado por Beth Carvalho em seu dvd "Beth Carvalho canta,o samba da Bahia", a seleção de músicas é explendida, canções de inumeros compositores baianos, Ê Baina que já foi interpretada brilhantemente por Clara Nunes e que Beth Carvalho termina por imaortalizar assim como a falecida cantora, sucessos de Caetano Veloso, interprtada pelos filhos de Dona Canô que da palteia olha com docilidade para o trio no palco.
Enfim tudo que consigo expressar é prazer em ouvir música brasileira feita com tanto carinho e qualidade.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Sinônimo de Esplendor


O palco começa a se iluminar, ela surge vestida em cores claras, roupas esvoaçantes e com os cabelos soltos. Uma força inavade aquele local, é a voz e a imponencia de sua imagem.
Todos movidos pelo canção, um arrepio percorre o corpo, e a letra da música "Oração ao Tempo" começa a inebriar.
Seu repertório é composto de um gosto apurado pelo samba, mpb, bossa e música caipira, mas sua voz oferece espaço para tudo que fizer pensar ou sentir. As canções permeiam questões politicas, canções de amor e músicas regionais, e todas elas ganham o brilhantismo de seu timbre. Ela pode acompanhar, um fim de tarde, acompanhado por uma garrafa de vinho ou quem sabe uma cervejinha.
A filha de dona Canô passou por Gal, Chico, Vinicius e Rita Lee, é ela quem permite que muitos, sonhem ao som de sua voz.
Maria Bethânia é sinônimo de esplendor.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Um ano novo se inicia e mas uma vez, muitas mudanças são propostas para essas novas datas, promessas como a de abandonar o tabagismo, praticar alguma atividade física, dar mais atenção aos estudos e trabalho. Por mais diversas que sejam esses intuitos, quase que cem por cento dessas proposições estão ligadas a mudanças internas. É aí nos questionamos sobre quem somos realmente e porque somos assim. Conduzimos nossas vidas baseados em influências externas, por determinações do nosso codigo genético, ou seria um misto dos dois?
Não limitar quem sou e quais motivos me levam a agir de determinadas maneiras. Confesso aos leitores desse espaço virtual, que permaneço em constante conflito, sobre quem sou. Essas duvidas surgem até na atidade de preencher um perfil de uma página de relacionamentos, ou até nas inquietações rotineiras.
Em uma canção da banda Savatage, chamada "Believe" o trecho que mais me chamou a atenção foi a seguinte citação: "As pessoas que eu sou, são os papeis que eu represento". Está frase da canção citada anteriormente me fez notar a quantidade de pessoas que habitam o meu inteiror, e que todas elas tem importancia, e agem através de mim. Nesse momento me questiono essas mudanças que sempre nos propomos a fazer em algumas fases de nossas vidas, não seria dar voz àqueles personagens esscondidos dentro da imensidão de nós mesmos. Falei tanto sobre isso e parece que não concluo nada, que disse tanto para não dizer nada, e realmente não tenho como objetivo falar sobre algo concreto, apenas dividir uma angustia. Já que costumamos procurar o nosso lugar, pois nos sentimos parte de vários locais e de nenhum, parece que permanecemos flutuando no espaço, sem um local para chegar ou sequer retornar.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Feitiço do Samba


Quem nasce lá na Vila Nem sequer vacila Ao abraçar o samba Que faz dançar os galhos,Do arvoredo e faz a lua, Nascer mais cedo.

Com um trecho de uma das composições de Noel Rosa começa mais uma segunda-feira, que logo pela manhã, graças uma possivel produção, os dias são repletos do doce som do samba.

O samba foi considerado o gênero musical que representa o país, em uma incessante busca no ínicio do século XX por uma identidade nacional, o samba foi eleito como um dos representantes culturais do povo brasileiro. E esse ritmo não nasce apenas nos morros como muitas vezes é citado, ele pode sim representar uma camada popular, mas também demonstra um diálogo entre diversas classes. O samba não é restrito ele acolhe todos àqueles que o apreciarem.

Os temas são diversos, e podem narrar histórias com seridade e humor, podem falar de amor, ou da falta dele, ou simplismente cantar a malandragem, tema recorrente para cantores como Bezerra da Silva. O samba é democrático e permite que todos se sintam livres para cantar e compor.

É curioso notar o feitiço que ele exerce nos ouvidos, nas pernas e pés, mas principalmente no coração. Esse ritmo se escuta em casa , quando se vê o verde e o rosa, na roda,no botequim. Apenas consigo concluir que onde samba estiver eu também estarei.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Amor De Capitu?


"Amor de Capitu" esse é o titulo do livro, que Fernando Sabino escreveu, a obra literária é uma recrição do brilhante romance de Machado de Assis, Dom Casmurro, contudo Sabino narrou o romance na terceira pessoa, ou seja o narrador personagem Bentinho não conta a história apenas está presente como personagem. A leitura desse romance foi feita para contribuir na escrita de um artigo para a universidade, mas algumas duvidas sempre pairam em minha cabeça, quando discuto, ou penso na solidão do meu quarto sobre a história de Bento e Capitu.

Sim agora não falo mais como historiadora em potencial, mas apenas como leitora, sem pretensões cientificas ou outras quaisquer, apenas a duvida pela duvida, a discussão por esporte.... Me pego pensando será que essa traição suposta por Machado de Assis realmente aconteceu não seria ela uma visão esteriotipada sobre o comportamento de uma mulher. Muitas vezes fico com as falas de José Dias em minha cabeça, quando ele se refere a personagem como dissimulada, com olhos de ressaca, ou mesmo os pensamentos de Bento que sentia por Capitu um ciumes doentio, um sentimento de posse. Não cabe a mim fazer vitimas ou vilões já que creio que ninguém é dotado de plena bondade ou maldade. Todavia, em muitos momentos sinto que Capitolina por seu comportamento incomum, sua curiosidade foi alvo de julgamentos.

Recomendo a leitura de "Amor De Capitu", com a ausencia desse narrador, que dialoga com o leitor e muitas vezes nos influencia a criar uma duvida sobre a lealdade da personagem desde e começo da leitura, em nenhum momento pretendo discutir o brilhantismo machadiano, contudo essa duvida sobre a intencionalidade de certas falas na obra me fazem pensar, sobre o que realmente aconteceu entre Bento, Capitu e Escobar.